Como economizar comprando frutas e legumes.

Se tem uma coisa que eu adoro aqui em Santos são as feiras livres. Bem pertinho da minha casa tenho duas, uma as quartas e outra as quintas feiras. As duas são ótimas, mas a de quinta é maior e tem grande variedade. O lado bom é que você acha de tudo que imaginar. E o pastelzinho depois que você acaba de fazer a feira é uma delícia a parte. Duda ama ir a feira, ela prova as frutas que os feirantes oferece e volta pra casa mega lambuzada. É osso ter que limpar, mas vale a pena ver a alegria. Porém, como tudo na vida, tem o lado ruim. Os preços praticados nas feiras são altos e não é tudo que dá pra comprar. Pra economizar minha dica é pesquisar as frutas da estação. Além disso, quanto mais tarde vamos à feira, mais baratos os produtos ficam. É a famosa Hora da Xepa. Não pensem que só tem o resto, garimpando você compra frutas e verduras de bastante qualidade. Aqui em Santos tambem é comum os legumes serem vendidos em pacotinhos por 1 real. Eu compro assim os que acho que vale a pena como cenoura, abobrinha, pimentão. Mandioquinha nem sempre é uma boa, porque eles colocam nesses saquinhos as menores e as vezes muito passadas, daí prefiro comprar por quilo mesmo, já que aqui em casa consumimos em pouca quantidade. Agora, pra economizar mesmo, o ideal são as feirinhas dos supermercados. Aqui em Santos, costumo ir na do Extra, sempre as quartas. Não é tudo que dá pra comprar, mas por exemplo, batata, tomate, cebola e alho, sempre estão com preços ótimos e a qualidade é boa. Frutas que costumam ser caras na feira, como o kiwi, compro no mercado, assim como a uva sem caroço. O que eu tenho feito é me antenar aos comerciais de tv do extra e do carrefour na terça a noite. Assim já vou na feira sabendo do que tem em oferta nas feirinhas dos mercados, comparo os preços e só compro na feira o que eu acho que vale a pena. Tenho usado essa estratégia e o resultado é uma economia semanal de pelo menos 15 reais. Pode não parecer muito, mas em um mês dá 60 reais e no ano já são 720 reais. Acho uma boa quantia, não é mesmo ?? São essas pequenas economias que fazem diferença no orçamento e quando a gente não trabalha fora tem que colaborar como pode e eu ajudo muito em casa dessa forma. E não pensem que é simples, não. Nesses dias de feirinha dos mercados é preciso uma boa dose de paciência, já que todo mundo que quer economizar faz o mesmo que você e as filas são bem grandes. Idosos e pessoas com crianças de colo (obrigada, PH), se dão bem nos caixas prioritários. Eu acho que vale a pena e economizar tem sido palavra de ordem, assim como evitar o desperdício, por isso tente calcular mais ou menos o quanto gasta por semana, já que frutas e legumes são bastante perecíveis. De nada adianta você economizar e acabar jogando fora. Ah, para quem é de São Paulo, achei esse blog que mostra as ofertas dos principais supermercados. Acho que vale o clique antes de ir as compras. Outro site bacana, esse pra quem é daqui de Santos, é o PagPouco.com . Ele compara preços entre os principais supers de Santos. Eu costumo comprar o “grosso” no Assaí, mas por exemplo, Omo Líquido que gosto e é caro, fico entrando nesse site até achar o menor valor e ai vou lá e compro.Acho muito bacana e quem quiser saber mais sobre ele é só clicar aqui pra ver a matéria completa que as meninas do Juicy fizeram sobre ele. Captura de Tela 2014-09-17 às 10.41.26 Se você tem alguma dica que pode ajudar a gente a economizar comprando frutas e lugumes, por favor, poste nos comentários. Em tempos bicudos como os que temos vividos, toda boa ideia é de grande ajuda.

A história atrás da mamadeira – um relato sobre amamentação

Que atire o primeiro bico quem nunca antes (ou depois) de ter filho não olhou com cara de poucos amigos pra uma mãe empunhando uma mamadeira pro seu pequeno recém nascido. Quando engravidei da Duda eu não entendia MESMO porque uma mãe ia trocar todos os comprovados milhares de benefícios do leite materno por uma mamadeira de leite artificial. Quem diabos faria isso com seu inocente e faminto bebezinho ??

Eu pensava que era fácil amamentar. Aliás, eu achava que era uma continuação da gestação. Simples assim: se eu posso engravidar, dar a luz a essa gracinha, eu posso sim dar de mamar ao meu bebê.

Quando a Duda nasceu, logo na maternidade, meus problemas com a amamentação começaram. Meu peito rachou, ela foi pra casa, não engordava. O peito rachou mais, era um martírio dar de mamar pra minha filha e eu achava que não ia aguentar. Mas fui ao banco de leite, recebi orientações, chorei quando ví que ela não engordava e acabei entrando com complemento de leite artificial e aos dois meses e meio Duda não pegava mais o peito.

Eu me senti, com o perdão da palavra, uma bosta de mãe. Porque vejam, quando eu saia com a minha bebê e sacava a mamadeirinha eu recebia olhares críticos cortantes. As pessoas julgavam não só pelas minhas costas, mas na minha frente também. Só que apenas eu sabia o quanto esse assunto me magoava por dentro. Mas as pessoas não estão nem ai pra isso. É fácil dizer, você tinha que ter insistido, você foi fraca. Sua filha vai ter mil doenças por não ter tomado leite materno.As mulheres depois que viram mães entram numa competição velada de quem sabe mais e com isso acabam magoando e machucando outras mães com suas verdades absolutas.

Ela cresceu, eu fui enfrentando outras fases da maternidade e esse assunto foi sendo deixado para trás, mas nunca superado. Cada vez que eu via uma amiga amamentando eu pensava como era gostoso e como eu queria ter tido aquele momento pra mim.

Por isso quando engravidei do PH eu pensei: dessa vez vai ser diferente. O bico do meu peito pode cair que eu vou continuar amamentando. Dessa vez vai dar.

Eu me muni de tudo que eu lia e dizia que iria me ajudar: creme, conchas e principalmente o que julgo mais importante: informação. No dia primeiro de dezembro de 2015, Pedro Henrique nasceu com 50 cm e 3.370 quilos de pura gostosura.

Assim que foi pro quarto ele mamou e eu me enchi de esperança. Ele tinha a pega correta, eu tinha colostro e tudo parecia que ia dar certo.

No tempo em que ficamos no hospital, PH mamava a cada uma ou duas horas, normal para um recém nascido. Eu estava tão feliz que decidi ignorar o que o pediatra do hospital me disse. Antes da alta ele me alertou que a forma como as minhas próteses de silicone foram colocadas há 16 anos, podia interferir na produção de leite, portanto, talvez eu tivesse que complementar.

Na primeira consulta com a pediatra, Pedro Henrique havia perdido peso, o que é perfeitamente normal. Acontece que ele não fazia coco e nem muito xixi. Aliás, não fazia quase nada de xixi, mas dormia muito bem e chorava pouco, sendo assim, decidimos esperar pra pesá-lo novamente.

Quando meu bebê finalmente fez coco, após 10 dias sem fazer nadica de nada, o que eu achava que era normal se transformou em pesadelo. Ele não fazia mais nada além de chorar e mamar. E mesmo mamando a cada meia hora, o que se via era um bebê muito magro, pele e osso mesmo.

Conversei com a pediatra pelo telefone e ela achou melhor antecipar a pesagem. Levamos um susto ao ver que meu bebê de 19 dias que havia saído da maternidade com 3.300 quilos estava com 2.600 quilos.

A pediatra muito consciente decidiu entrar com a complementação com leite artificial, porém me orientou a dar esse leite junto com o leite materno, através de uma sonda colada com esparadrapo junto ao peito. O nome correto desse procedimento é relactação. Ele é usado tradicionalmente para mulheres que desejam voltar a amamentar e estimular a produção de leite. Paralelo a isso, comecei a tomar medicação para aumentar a produção, mas nada fazia o peito encher de leite.

Tirando com bombinha ví que eu produzia, nas duas mamas, tomando medicação e muita água, apenas 30 ml. Mesmo assim insisti o quanto pude em dar o leite via sonda. Não queria que ele deixasse de mamar no peito.

Porém, conforme foi engordando e ficando mais espertinho, PH sugava a ponta da sonda com força e acabava se engasgando. Com muita dor no coração passei a oferecer o peito sem a sonda e o complemento numa mamadeira.

Não demorou muito tempo e ele começou a relutar a mamar no peito e queria direto a mamadeira. Eu insisti bastante, mas dessa vez, quando ví que ele mesmo não queria mais eu decidi que já era hora de eu deixar esse capítulo pra traz. Comecei a dar a mamadeira sem culpa e, diferente de como foi com a Duda, eu não sofri.

Eu fiz de tudo que uma mulher pode fazer para amamentar. Não teve bico rachado, não teve falta de força de vontade, o que não tinha era leite. E se não tinha eu fui na farmácia, comprei e dei. Dei com todo meu amor, com todo meu carinho e com tudo que tenho a oferecer de bom a ele.

Dessa vez, não tenho vergonha em sacar a minha mamadeira em público e oferecer ao meu filho. Não me importo com os olhares cortantes de algumas mães que põe seu peito pra fora e começam a amamentar seu filho na minha frente como quem diz: olha, isso aqui é o certo. Eu não tenho leite suficiente, infelizmente, pra mim, e felizmente pra você e seu bebê, você tem. Você deveria me apoiar, me dar uma abraço, ser minha colega de jornada. Eu não vivo em uma competição pra ver quem é a melhor mãe. Eu apenas sou a melhor mãe que eu posso ser.

Algumas pessoas vão dizer que fui mal orientada, que tem que insistir. Para essas pessoas eu digo: se com vocês foi assim, que ótimo. Comigo foi diferente, tenho uma pediatra maravilhosa, em quem confio, que me ajudou muito nesse processo de aceitar que não é fraqueza minha não amamentar. A minha mamadeira não faz de mim menos mãe que você.

Meu Pedro Henrique é lindo saudável, gordinho e um amor de bebê. O meu amor por ele não será transmitido apenas pelo ato de amamentar, existem mil formas de criar vínculos e demonstrar amor pelo seu filhote. Amamentar é só uma delas. A forma de alimentação dele não me causa mais sofrimento e eu não me sinto infeliz com isso. E, ao contrário do que muitas mães possam pensar, sempre que alguém do meu convívio está grávida, eu incentivo muito o aleitamento materno. É, sem dúvida, a melhor maneira de alimentar o seu filho. Mas,me faça um favor, quando você pensar em julgar alguém com uma mamadeirinha na mão pense que essa pessoa pode estar precisando mais de um sorriso seu do que você imagina.

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A diferença entre a primeira e a segunda gestação.

Esse post é pra falar um pouco da chegada do meu príncipe Henrique, previsto pro comecinho de dezembro. Todo mundo sempre me falava que segundo filho é diferente do primeiro. Henrique nem precisou nascer pra eu perceber isso.

Houve semelhanças físicas nas gestações. Tive muitos enjoos na da Duda e muitos mais enjoos com Henrique. E só também, porque se sofri com a placenta prévia na primeira gravidez, nesta (Graças a Deus) nem sinal.

Enfim, quando descobri que ia ter uma menininha sai comprando mundos e fundos. Era tanta roupa, acessório, carrinhos escalafóbeticamente grandes, tudo que vocês podem imaginar eu comprei. Até um super lavador de chupeta portátil hahahahaha.

Duda nasceu, cresceu e quando descobri que esperava um menininho doei seus pertences de bebê praticamente sem uso.

Com Henrique tudo é muito diferente. Estou entrando hoje na semana 29 de gestação e agora que fui pegar um berço emprestado de uma amiga. Sim, emprestado. Gente, usei menos de 2 anos o bercinho da Duda e não acho que valha o investimento.

Na verdade, acho que criança precisa de muito pouco pra vir ao mundo: fraldas, bercinho com roupa de cama limpinha, amor, carinho e leitinho do peito, mas se não for possível, um leitinho da mamadeira também será bem vindo. E não, não comprei 18 mamadeiras como fiz com a Duda. Até agora tenho 3 que foram repassadas do filho de uma amiga e que, se eu precisar usar, só vou comprar o bico novo.

Mas na primeira gestação eu não pensava sim. Isso é um pouco de amadurecimento. Porque, claro, primeiro filho, tudo é novidade. A gente quer tudo novinho, acha que precisa. Tudo é necessário. E olha, não veja como crítica se você for mamãe de primeira viagem e estiver lendo esse post. Se você tem vontade de comprar, compre. Quer fazer, faça. É muito gostoso mesmo preparar as coisinhas pro nosso bebê. Para o primeiro então eu confesso que o momento é mágico.

Não é que você não curta preparar a chegada do segundinho, mas é completamente diferente. A gente fica mais prática.Eu comprei umas pecinhas de roupa pro Henrique e outras recebi de amigas que tiveram filhos meninos faz pouco tempo. Você não tem o mesmo tempo que tinha porque não havia uma outra criança na casa pra quem você precisava se dedicar.

A verdade é que segundo filho sai mais barato que primeiro. Ah, e você ganha menos presentes e menos mimos pra você, afinal, você já passou por isso uma vez e as pessoas acham que você não precisa de uma atençãozinha especial.

Nesse ponto, eu sinto falta. Por mais que a gente saiba o que vai acontecer, os hormônios estão em ebulição e tem dias que sinto vontade de sentar e chorar só de ver um comercial de margarina. Mas, como disse lá em cima, com outra criança em casa demandando carinho e atenção, isso passa e você as vezes até esquece que está grávida.

O que eu quero dizer com esse post é que se você está planejando uma segunda gravidez, vá fundo. É como andar de bicicleta, a gente não esquece e eu garanto, a praticidade toma conta de você de forma tão natural que você vai se assustar ao comparar seu comportamento entre as duas gestações. Não posso nem imaginar como será uma terceira vez, mas isso, por enquanto, está fora de cogitação.

E começa mais uma semana

Bom dia, gente linda que lê que meu blog !! A segundona começou com sol e calor aqui em Santos city. Precisa chover, eu sei, mas tem coisa mais linda e contagiante que um dia de sol??
Por aqui o almoço já está no fogo e enquanto escrevo este post Dudinha assiste Peppa Pig e destrói o quarto brincando de Barbie.
Como foi o fim de semana de vocês ?? Por aqui foi bem gostoso e tranquilo. Domingo passei o dia na cozinha fazendo um bolonhesa que ensino pra vocês esta semana. Ele é demorado, porém fácil e o mais delicioso que já comi na vida. Aguardem e confiem.
No sábado fomos para o Guarujá curtir a praia das Astúrias. Duda ama praia e pra ela o dia foi mais que divertido, tanto que dormiu uma hora e meia após a praia e as oito e meia da noite estava dormindo. Levei o barrigon de 28 semanas pra tomar um sol, comer pastel e tomar água de coco. #queromaisoque. Estou aproveitando cada fim de semana de sol que posso. Amo praia e Henrique vai nascer no verão. Nos primeiros dois meses vai ser impossível levá-lo a praia, então vou aproveitar enquanto ele está aqui no forninho da mamãe.
Claro que caprichei no protetor solar, mas acreditam que mesmo assim levei um meio sapecão na barriga ?? Nossa, fiquei p. da vida, mas só ardeu um pouquinho do dia mesmo. Caprichei na hidratação após o banho e não descascou e nem doeu mais.

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Bom, mas o fim de semana, apesar de ótimo, ficou pra trás e mais uma semana começa cheia de afazeres domésticos e também de oportunidades pra sermos cada vez mais felizes. Basta só a gente querer. Ótima semana pra todos e logo mais tem post fresquinho sobre meu novo corte de cabelo. Espero que gostem.

De mãe pra mãe: Dicas que me ajudaram no desfralde

ãeSemana passada postei aqui como foi o desfralde da Duda. Decidi postar umas dicas que me deram e que me ajudaram bastante. Vale sempre lembrar que é bacana esperar a criança dar os sinais de que está pronta pro desfralde como: identificar e falar xixi e cocô, se esconder pra fazer cocô, pedir ou arrancar as fraldas.

Pra começar, um dia antes do desfralde, apresente o pinico e as calcinhas/cuecas pro seu pimpolho. Invista em produtos dos personagens favoritos dele e diga o quanto é bacana deixar as fraldas pra trás e poder usar aquelas calcinhas/cuecas fofas.

Seja paciente. Tem vezes que vai dar vontade de gritar quando você olhar e ver o chão (ou o sofá) cheio de xixi, mas precisamos ter calma. Minha dica é: faça muita festa quando a criança acertar e apenas limpe e troque a criança quando ela fizer no chão, sem muito blablabla. Com certeza ela vai entender a diferença de tratamento e, lógico, vai optar por agradar a mamãe e ganhar muitas palmas, parabéns e beijinhos.

Adote o sistema de recompensas: pode ser bala (eu dou a de gelatina), figurinha, uma coisa simbólica. Estipule uma marca: a cada três xixis uma bala, um cocô, duas balas. Como o cocô foi difícil por aqui, ofereci um presente bacana quando ela fizesse no pinico e assim permanecesse.

Quando tirar as fraldas do dia, faça de uma vez. Aqui em casa eu disse que por enquanto as fraldas seriam usadas só a noite, mas mesmo assim antes de dormir, ela faz um xixi no pinico. Acredito que isso estimule a ela segurar o xixi a noite.

Muitas mães ficam receosas de sair com a criança que está iniciando o desfralde. Eu fazia o seguinte: quando os passeios eram curtos levava uma muda de roupa, passeios mais longos, duas e quando viajamos, como por exemplo, pra Blumenau, eu levei uma malinha na frente do carro com algumas mudas.

Em viagens ou passeios de carro eu forrei a cadeirinha com um plástico e por cima uma toalha. Só no assento mesmo e uma toalha bem macia pra não incomodar a baixinha. Nunca vazou, mas caso acontecesse, o plástico não deixaria o xixi passar pro forro da cadeirinha.

Nas sonecas a tarde ainda faço isso: forro a caminha com um plástico e uma toalha por cima do lençol. Ela já fez xixi uma vez dormindo a tarde e não vazou no colchão. Sei que tem uns protetores de colchão de solteiro, preciso comprar, mas ainda não achei um que fosse eficiente por um preço justo.

Claro que tudo que escrevi aqui são impressões minhas, sem o menor valor científico. É apenas o que eu acho que me ajudou bastante no desfralde da minha baixinha. Assim como eu recebi conselhos e dicas decidi passar pra vocês. Vale lembrar que cada criança é única e cada mamãe tem seus instintos. Acredito que no desfralde a mãe estar segura é metade do caminho andado. Portanto, só faça quando puder passar segurança e estabilidade pro seu pequeno!.

 

De mãe pra mãe: O desfralde da Dudinha

Vocês lembram que eu comentei por aqui o quanto eu tinha medo e preguiça de iniciar o desfralde da Dudinha ?? Pois bem, eu sou do tipo de pessoa que acha que quando chega a hora de algo acontecer não dá pra voltar atrás, se apoiar em meia dúzia de artigos que pregam o que você quer e deletar tudo o que você já ouviu sobre o assunto, mas era contrário a sua opinião.

Munida desses argumentos decidi que tiraria as fraldas da Dudu nas férias lá em Santa Catarina. Ela já dava os famosos sinais que estava pronta pro desfralde como pedir pra fazer xixi, se esconder na hora de fazer cocô, além de estar sempre incomodada com a fralda.

Comecei a “função” no dia 05 de janeiro. Comprei um pinico simples pra ela, daqueles de 1,99 mesmo, porque deixei em casa o todo fofo da fischer price que ela ganhou da avó. Aconselhada pelas duas pediatras, aderi a recompensa em caso de acerto. Funciona assim: a cada três idas com sucesso ao pinico ganha uma bala (dei a de gelatina- tentei adesivo, mas isso ela não ligava, pedia bala).

Sempre que dava mais ou menos uma hora/hora e meia que ela havia feito xixi, eu começava a perguntar se ela não estava com vontade de fazer de novo. Isso é chato, mas prefiro isso do que a técnica de levar a criança ao banheiro a cada dez minutos … os dois são cansativos, mas acredito que a segunda técnica é bem mais.

Na primeira semana o xixi foi um sucesso, houve apenas 2 ou 3 escapes em casa. Ah, mesmo quando saíamos, levava ela sem fralda e lembrava sempre que ela estava de calcinha e que precisa pedir pra fazer xixi, caso contrário molharia a roupinha e teríamos que ir embora do lugar. Funcionou bem, fomos e voltamos de Blumenau com ela sem fralda.

Agora o cocô, aff, esse foi triste. Ela se escondia e quando aparecia já vinha correndo e gritando: mamãe, fiz na calcinha. Gente, essa é a pior parte! Lavar calcinha de cocô é algo que ninguém merece. Porém, não podemos desistir tão facilmente. Entrei no modo chantagem e disse pra Duda que quando ela começasse a fazer cocô no pinico ela ganharia um super presente. Viemos de Santa Catarina no dia 27 de janeiro, 22 dias após o início do desfralde. São mais ou menos 9 horas de viagem, mesmo assim decidi que ela viria sem fralda pra casa. Fralda é só pra dormir.

Forrei bem a cadeirinha e avisei a ela que se quisesse fazer xixi era só avisar que pararíamos o carro pra ela fazer. O cocô a mesma coisa. Foi bem tranquilo, ela pediu umas 2 vezes e nas paradas normais que a gente parava ela também fazia xixi. Nada de cocô. Quando estávamos perto de Santos, ela começou a ficar irritada. Senti que ela queria fazer cocô. Paramos, mas ela não fez. Acabou dormindo até chegarmos em casa.

Quando chegamos ela entrou e de cara viu um pacote de presente enorme. Era um presente de Natal que acabou não cabendo no carro e ficou no quarto dela. O que Dudinha fez?? Saiu correndo pro banheiro, levantou a tampa do pinico, fez cocô e falou: mamãe, fiz cocô, me dá o presente ?? Esperta a figurinha, né ??

Desde então, ela faz tudo no pinico. Tem dias que ainda pede recompensa e já teve uma semana que se recusava a fazer xixi, só queria cocô. Segurava o xixi até não aguentar, voltei com a recompensa e ela voltou ao normal.

Se alguém me perguntar se foi fácil, eu vou dizer um sonoro NÃO !! É cansativo, chato, irritante. Dá vontade de por as fraldas e esperar que ela entre na faculdade, mas se você não desistir, respirar fundo e seguir em frente, garanto que vai dar certo.

Tem muita coisa pra ler sobre o assunto, eu fui mais pelo instinto materno e pelas orientações das pediatras. Acho que quando a gente procura demais acaba achando o que queremos ouvir (ler) e vamos adiando as coisas.

Ah, Dudinha ainda usa fralda pra dormir, não consegui tirar. Segundo a pediatra dela, só poderei tirar um mês após as fraldas amanhecerem sequinhas ou não mega cheias. Tem dias que amanhece seca e outros encharcada, então ainda é cedo, mas vou dizer que é muito bom não ter que trocar fraldas e principalmente, não gastar rios de dinheiro todo mês com isso. Estamos bem satisfeitos com o desfralde da minha pequena aqui em casa !!!.

 

Graduados de Janeiro

Mais um ano começa e apesar de ser mega consumista e estar sempre procurando coisinhas novas pra testar, decidi que 2014 seria o ano do controle de gastos. Então, um produto novo só entra quando o outro acabar. Isso não significa que eu vá deixar de testar coisas novas, mas deixar de acumular produtos.

Dito isso venho aqui mostrar meus favoritos do mês de janeiro. Tudo que usei e super amei mostro agora pra vocês:

Eu já disse que nunca compro Vanish e sempre tiro as manchas com sabão de coco líquido ou em barra, mas minha tia comprou lá em Porto Belo e eu simplesmente amei. É o Vanish Tira-Manchas Rápido. Um produto em spray que você espirra na mancha, dos dois lados do tecido, aguarda uns minutinhos, esfrega, enxágua e tcharam, adios manchinhas. Gente, tirei todas as manchas das roupinhas da Duda que ficaram manchadas de tudo que vocês podem imaginar. Graduado mesmo.

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Um produto que salvou meu cabelo nesse verão foi o condicionador queridinho das blogueiras famosas: o Aussie. Três minutinhos e o cabelo fica divo. Eu vou fazer uma resenha pra vocês quando eu comprar um novo tubo, já que o meu acabou. Foi bom demais porque peguei muita praia e a tendência seria o cabelo espigar, mas com o Aussie isso não aconteceu. Amei.

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Outro produto que eu amei usar e que é perfeito para o verão é o Nivea Lotion Express. Um hidratante bem levinho e de rápida absorção que hidrata muuuito a pele castigada pelo sol. Adorei e até postei aqui com uma dica de férias.

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Um produto que usei muito em janeiro foi o Carmex. Um hidratante labial poderoso que recupera os lábios ressecados de forma bem rápida. Eu tenho o péssimo hábito de esquecer de o protetor labial, então no fim do dia minha boca estava uó. Passava o carmex antes de dormir e de manhã os lábios estavam bem melhores. Claro que o ideal é usar protetor labial gente, massss sabem como é, né ?? Fica a dica pra quem gosta de hidratantes labiais.

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Bom, gente, por hoje é isso…Uma super beijoca e até a próxima!

De mãe pra mãe: Volta às aulas

Férias escolares são boas pras crianças, mas atire uma pedra a mãe que não estava sonhando com a volta da garotada pra escola ?? Filhos são uma benção dos céus, mas dá um trabalhão cuidar deles e de todo o resto das nossas vidas que é bom sim quando eles vão pra escola e podemos fazer as coisas com mais tranquilidade.

As aulas da Dudinha começaram no dia 3. Fiquei receosa se iria ter chororo na hora de deixá-la, mas que nada, a bichinha também estava com saudade do colégio e ficou numa boa.

Outro receio que eu tive é que ela teve que “repetir” o maternal 1 por conta da idade e, sendo assim, não ficou com os mesmos amiguinhos. Isso a baixinha sentiu. Chegou em casa contando que fulano não foi, beltrano está com a outra tia. Expliquei pra ela de uma forma que ela entendesse e ela só disse: tá bom, vou gostar dos novos amigos. Aliás, acho muito importante que a gente converse sempre com os nossos pimpolhos, explicando de maneira que eles possam compreender as coisas. Eu sempre tento dizer o porquê das coisas pra Duda, até por odiar quando minha mãe falava: porque sim ou porque não. Muito frustrante isso, né ??

A primeira semana de aula foi bem animada e cheia de atividades. As que a Duda mais curtiu segundo a professora foi a aula de música e o banho de mangueira. Como aqui em Santos estamos assando com o calor, a escola instituiu a segunda como o dia da mangueira. Segundo a “tia”, Duda era a mais animada e comandava a farra dos amiguinhos.

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Que Duda está mega feliz com a volta da rutina escolar eu não tenho dúvidas, mas e eu ?? Olha, pra mim tem sido muito bom esse tempinho, pois acho que a gente NECESSITA de uma horinha pra fazer as nossas coisas. E olha que na maior parte da tarde eu faço as coisas da casa, mas mesmo assim, sem criança as coisas fluem mais rápido, né ?

Já ouvi diversos comentários de mães que falam que aquelas que comemoram a volta às aulas não deveriam ser mães. Não julgo ninguém, mas eu, Lívia, sou uma pessoa antes de ser a mãe da Duda. Amo minha filha e não imagino a vida sem ela, mas se ela está bem cuidada, aprendendo, socializando e sendo FELIZ, que mal tem comemorar esse tempo livre?? O mundo da maternagem é muito competitivo minha gente e a mulherada precisa aprender a respeitar a opinião e os limites dos outros.

Ah, mas claro que depois das horinhas longe da pimpolha, bate aquela saudade boa, de brincar e beijar muito minha pituca, mas aí já tá na hora de buscá-la na escola e o reencontro é sempre cheio de amor e novidades.

E vocês o que me contam  da volta às aulas da garotada ??

 

De mãe pra mãe: as férias da Dudinha

Olha eu aqui de novo pra falar das férias da minha pequena. Antes de viajar fiz um post falando das minhas expectativas e gente, foi tudo de bom.

Como eu já havia dito pra vocês eu não fico totalmente de férias pois ficamos na casa de praia da minha tia. Ela e minha mãe são bem idosas, então a maior parte do serviço de casa eu faço, mas tudo no ritmo de férias, sem muito compromisso e frescura. Teve dias que Duda lanchou em vez de jantar. Sei que não é bom, mas acho que nas férias vale tudo !

E como Duda curtiu!! E como ela fez coisas novas pela primeira vez! A mais legal de todas elas foi o passeio de barco que fizemos. Achei que ela ia ficar com medo ou se irritar pois passamos o dia todinho no mar/barco. Mas que nada, a bichinha se divertiu a valer. E o melhor, apesar de relutante, topou por a bóia de braço e ai gente, não queria nada mais além de ficar no mar sem segurar em ninguém. Claro que ficamos sempre do lado e supervisionando e foi maravilhoso!!

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Nesta foto dá pra ver que mesmo dentro do barco a baixinha não quis tirar a bóia. Olha a cara de felicidade da sapequinha.

Esse post era pra falar das férias, mas fica a dica pras mamães: bóia de braço é tudo de bom. Você dá um pouco de independência pra criança e a diversão está garantida. Vale lembrar que não dá pra largar a criança de bóia na piscina ou no mar.  Nós, pais, temos que estar sempre pertinho e atentos pois acidentes graves podem acontecer mesmo a criança estando de bóia.

Compartilhei a ideia da bóia com a minha amiga Ana, que mora lá em Porto Belo. Ela tem uma filhinha fofa, um ano mais velha que a Duda. As duas são super amiguinhas, brincaram juntas as férias todas e ela também amou a novidade. Minha prima Monique também aderiu a onda pra filhota dela, de 4 anos. Duda passou um findi com a prima e elas fizeram a festa na piscina e depois a prima veio nos visitar e foi a vez da brincadeira acontecer no mar de Bombinhas. Bora ver umas fotinhos das crianças se divertindo pra valer.

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Falando em primos e amigos, esse verão foi o que a Duda mais fez amigos e brincou com os primos. Todo dia tinha uma atividade, uma programação diferente e uma coisa nova pra fazer. Claro que com dois anos ela não me contou que amou as férias, mas todo dia antes de dormir ela dizia que gostava dos novos amigos, que queria ir na casa da prima Lele ou no parquinho com a Nathi. A amiga Helena e o amigo Arthur também ficaram marcados na memória da pequena que até hoje pergunta quando vai brincar com eles de novo.

Tudo isso me emociona muito porque eu passo meus verões em Porto Belo desde os 10 meses de vida e tenho tantas memórias maravilhosas das férias com meus primos, os amigos da praia, até meu primeiro beijo eu dei lá. Coisas que a gente não esquece e dá aquela saudadinha boa, sabem ?? Quero muito que minha filha tenho isso pra lembrar também, que ela possa guardar no coração esses momentos simples, mas felizes, vividos com pessoas especiais e que fazem a vida se tornar maravilhosa.

E vocês, o que fizeram com os pimpolhos nestas férias de verão ??

Férias!!!

Oi, gente, passando pra dar um oizinho antes de 2014 chegar! Estamos usando o wifi de uma cafeteria bem gostosa aqui em Porto Belo city e aproveitei pra vir desejar um ano lindo pra todo mundo que nos acompanha aqui no blog!

Ah, acreditam que eu fiz a ceia de natal todinha aqui em casa!? Foi bem simples, fiz chester, aquela farofinha de calabresa que já ensinei aqui, arroz colorido e maionese que também foram destaque esse ano aqui no blog!

Agora pro Reveillon vou fazer um lombo de porco na mostarda, arroz branco, farofa e salpicão! Talvez ainda faça ou encomende um belo salmão com alcaparras!

Bom, gente, hora de desconectar e voltar aqui pro ritmo de férias! Um beijão e até mais!